"Olhe,está um belo dia la fora...", foi isso que pensei hoje ao acordar e ver o sol brilhando e os pássaros cantando, levantei-me e vi, que na verdade estava dentro do meu sonho, pura ilusão, estava frio e nevando, ainda noite.
Tinha sonhado com os campos verdes e floridos, com o sol radiante, e o vento refrescante, mas que pena, não passou de um sonho. Tento dormir novamente, rolei de um lado ao outro da cama, novamente, levantei.
Não faço mais que perambular pela casa afim de esquecer tal noite, e então vem-me a memória, de quando tudo era melhor sem você, não havia sofrimento, ainda restavam o dia e a noite, não nevava, e os pássaros não se escondiam.
Coloco um agasalho e vou até a porta, a chave fria não encaixava na fechadura, meu nervosismo me fazia errar. Consigo sair, trancar a porta mais uma vez, um tanto mais calmo, começo a caminhar, a neve tão branca, iluminada pelos postes rústicos, que já possuíam seus cento e tantos anos, e muitas histórias, clareadas pela sua luz, tantos encontros e despedidas.
O parquinho estava vazio,mas ainda restava os balanços, movimentados pelo vento, foi lá que te vi pela primeira vez, eramos crianças, mas sempre senti aquela maldição, que tanto me fazia sonhar contigo. Sentei-me e adormeci, acordei com as crianças me pedindo para sair, o dia já clareava as ruas, e tudo ganhou cor. Aos poucos me levanto e volto para casa, no pequeno jardim à frente, um banco de aço, tudo tão rústico, sempre me fazendo lembrar de como tudo era melhor sem você, e o velho Nim da Índia, plantado pelo antigo dono. Encosto-me na árvore, e então uma brisa quente vem, e leva junto, eu, as lembranças e tudo.
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Tinha sonhado com os campos verdes e floridos, com o sol radiante, e o vento refrescante, mas que pena, não passou de um sonho. Tento dormir novamente, rolei de um lado ao outro da cama, novamente, levantei.
Não faço mais que perambular pela casa afim de esquecer tal noite, e então vem-me a memória, de quando tudo era melhor sem você, não havia sofrimento, ainda restavam o dia e a noite, não nevava, e os pássaros não se escondiam.
Coloco um agasalho e vou até a porta, a chave fria não encaixava na fechadura, meu nervosismo me fazia errar. Consigo sair, trancar a porta mais uma vez, um tanto mais calmo, começo a caminhar, a neve tão branca, iluminada pelos postes rústicos, que já possuíam seus cento e tantos anos, e muitas histórias, clareadas pela sua luz, tantos encontros e despedidas.
O parquinho estava vazio,mas ainda restava os balanços, movimentados pelo vento, foi lá que te vi pela primeira vez, eramos crianças, mas sempre senti aquela maldição, que tanto me fazia sonhar contigo. Sentei-me e adormeci, acordei com as crianças me pedindo para sair, o dia já clareava as ruas, e tudo ganhou cor. Aos poucos me levanto e volto para casa, no pequeno jardim à frente, um banco de aço, tudo tão rústico, sempre me fazendo lembrar de como tudo era melhor sem você, e o velho Nim da Índia, plantado pelo antigo dono. Encosto-me na árvore, e então uma brisa quente vem, e leva junto, eu, as lembranças e tudo.
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